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: : Basquete
em 19/08/2014
Brasil bate Argentina em jogo nervoso e conquista o 25º título sul-americano
 
 

Nova geração do basquete brasileiro oscila, mas derrota hermanas por 59 a 47 em Ambato, no Equador. Clarissa anota outro duplo-duplo e é eleita a melhor do torneio.

Em um jogo nervoso e marcado por reviravoltas diante de sua maior rival, a seleção brasileira de basquete feminino derrotou a Argentina por 59 a 47, conquistando o seu 25º título sul-americano nesta segunda-feira, em Ambato, no Equador. Com uma campanha irretocável, com cinco vitórias em cinco jogos, o time comandado por Luiz Augusto Zanon manteve a hegemonia do torneio, que serve como um importante teste para o Mundial da Turquia. Mesmo sem contar com Adrianinha e as três jogadoras que atuam na WNBA (Érika, Nádia e Damiris), o Brasil se impôs e soube driblar as dificuldades impostas pelas hermanas com um jogo coletivo que tem se tornado uma das marcas do grupo. Ao som de "We are the champions", do Queens, as meninas da nova geração eram só alegria no ginásio, em contraste com as abatidas argentinas, que tentaram dar o troco após a derrota na fase de grupos da Copa América de 2013, em Xalapa, no México. Na disputa do terceiro lugar, a Venezuela venceu o Chile por 72 a 54.

 

Mais uma vez, Clarissa anotou um duplo-duplo: 11 pontos e 18 rebotes. O bom desempenho da pivô rendeu a ela o prêmio de MVP (melhor jogadora) do campeonato. Jaqueline foi outro destaque na decisão, com 15 pontos, assim como Tainá (9) e Tatiane (8). Apesar do amargo revés, a baixinha Gretter, de 1,60m, foi a cestinha, com 16 pontos. O time, que sofreu com a ausência de Gisela Vega, com uma lesão no joelho, também contou com boas atuações de Andrea e Santana, que pegaram seis e oito rebotes, respectivamente. 

Os três primeiros colocados do Sul-Americano se classificaram para os Jogos Pan-Americanos de 2015, em Toronto, no Canadá. Já os quatro primeiros garantem vaga no Pré-Olímpico, em Edmonton, também no Canadá. O Brasil ainda disputará torneios preparatórios em Istambul, na Turquia, de 22 a 24 de agosto, e em Limoges, na França, de 26 a 30 de agosto, visando o Mundial da Turquia, de 27 de setembro a 5 de outubro, nas cidades de Ancara e Istambul. 

O JOGO

A seleção brasileira entrou em quadra ansiosa e desperdiçou diversas chances de deslanchar com erros de finalização. Baixinha invocada da Argentina, Gretter fez uma cesta de três pontos, colocando ainda mais pressão na partida: 5 a 0. O Brasil tentou com Clarissa, Tati e Patricia, mas a bola teimava em cair. Depois dois minutos, Clarissa finalmente conseguiu. As argentinas aproveitaram os espaços na defesa brasileira para ampliar com Thomas: 9 a 2. Percebendo o nervosismo de suas comandadas, Zanon pediu tempo e reorganizou a equipe. A reação foi fulminante. Após uma cesta de Karina, o Brasil assumiu a frente do placar pela primeira vez: 11 a 9. Pavon deixou tudo igual com um arremesso certeiro de três: 12 a 12. O primeiro quarto terminou empatado: 14 a 14. 

 

Gretter, Sul-Americano feminino de barquete, Brasil X Argentina (Foto: Samuel Vélez / FIBA Américas)Baixinha invocada da Argentina, Gretter, de 1,60m, foi a cestinha do jogo: 16 pontos (Foto: Samuel Vélez/Fiba Américas)

Com a mão quente, Jaqueline acertou um arremesso de três pontos (17 a 14) e o Brasil deslanchou. A pontaria das brasileiras no segundo quarto estava afiada. Fazendo uso do jogo coletivo, a seleção fez 22 a 14, com a cesta de Clarissa. Jogando com raça, Jaqueline fez mais uma de três: 25 a 16, abrindo uma vantagem de nove pontos, a maior vantagem até o momento. Como era de se esperar, a rivalidade deixou os nervos à flor da pele, com intensas disputas de bola. A Argentina reagiu com boas jogadas de Thomas, Andrea e Gretter, que não desperdiçaram os ataques e encostaram: 28 a 27 no fim do segundo quarto. 

O nervosismo voltou a atormentar as brasileiras no início do terceiro quarto, que voltaram a falhar nos arremessos no início do terceiro quarto. Gretter, por sua vez, veio embalada e acertou logo dois seguidos, um de dois e outro de três pontos, colocando a Argentina na frente: 32 a 30. A baixinha era o cérebro da equipe, armando as jogadas e pontuando com maestria. Eficientes na linha de três, Jaqueline e Tati viraram: 36 a 33. Mas Gretter não deixava a diferença aumentar. Clarissa chamou a responsabilidade, partiu com velocidade para o ataque e anotou mais dois: 40 a 35. Reggiardo acertou de longe e Santana fez uma cesta de três, encostando no placar: 42 a 40. Gretter tentou outra da linha dos três a quatro segundos do fim, mas, desta vez, falhou.

 

O último quarto começou equilibrado. Após receber um passe açucarado de Gretter no contra-ataque, Reggiardo acertou uma cesta de três pontos, virando a partida: 44 a 42. O jogo ficou dramático, com ambas as equipes lutando com unhas e dentes para levar o caneco. Depois de pegar um rebote ofensivo, Clarissa deu um tapinha para arrancar o empate: 44 a 44. Tati sofreu falta e converteu dois livres, deixando o Brasil na frente a quatro minutos do fim: 46 a 44. Com um bom aproveitamento nas bolas de três, Debora e Patricia cresceram no momento decisivo e o Brasil abriu 10 pontos de vantagem: 54 a 44. As argentinas sentiram a pressão e passaram a cometer sucessivos erros de arremesso. No último minuto, Andrea arriscou de longe e teve sorte: 55 a 47. Mas já era tarde, e restou esperar zerar o cronômetro para selar a vitória por 59 a 47 e comemorar o 15º título no Sul-Americano. 

Quinta-feira, 14/08
16h - Chile 76 x 56 Peru
18h - Brasil 84 x 65 Venezuela
20h - Argentina 77 x 45 Paraguai
22h - Equador 79 x 48 Uruguai

Sexta-feira, 15/08

16h - Paraguai 80 x 91 Chile
18h - Peru 48 x 83 Argentina
20h - Uruguai 30 x 95 Brasil
22h - Venezuela 60 x 56 Equador

Sábado, 16/08
16h - Peru 42 x 71 Paraguai
18h - Uruguai 43 x 72 Venezuela
20h - Argentina 74 x 60 Chile
22h - Equador 49 x 72 Brasil

Domingo, 17/08
Semifinais
20h - Argentina 75 x 54 Venezuela
22h - Brasil 91 x 58 Chile

Segunda-feira, 18/08
Disputa de terceiro lugar
20h - Venezuela 72 x 54 Chile
Final
22h - Brasil 59 x 47 Argentina



Por:
FABIO MAICK

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